conto "cliente inesperado"

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conto "cliente inesperado"

Mensagem  Admin em Sab Set 29, 2012 3:58 pm


Eu era meio desorganizada e enquanto trabalhava nem percebia que minha mesa
virava uma barreira de guerra de tantos códigos, livros e processos antigos
que sempre me inspiravam para uma boa saída num caso mais difícil. Aliás
difícil estava aquele dia de inverno, como se não bastasse eu tinha tido
aquela idéia infeliz de colocar uma saia que me dificultava os movimentos e
no momento em que alguns papéis foram ao chão e me abaixei para
recuperá-los, a sainha me traiu e, desequilibrando, acabei de joelhos no
chão sentindo a pilha de livros caindo impiedosa sobre minhas costas. O
barulho foi tamanho que não percebi a batida na porta aberta anunciando a
presença de alguém. Mais envergonhada que com dor, me apressei a me
endireitar e tirar o cabelo do rosto que já se moldava num expressão
fechada que gelava os meus olhos verdes para inspirar confiança e levantei
meus 1,63m e 52 kg para encarar o visitante, o que não contava era
deparar-me com Vinícius diante de mim me perguntando: - Lembra-se de mim ?
Claro que eu me lembrava. Sua imagem, seus gestos, seu olhar me
perseguindo, suas gargalhadas jamais saíram da minha cabeça nos seis anos
seguintes à última vez que o tinha visto dentro da penitenciária, onde eu e
mais um grupo de estudantes de Direito prestávamos assistência judiciária
aos detentos. Ele se destacava pela virilidade bem construída, pela forma
de conversar sempre polida, o senso de humor inteligente, o conhecimento
sobre tudo, era um mafioso perfeito. Vinícius havia sido capturado após um
dos inúmeros assaltos a banco que sua quadrilha havia praticado. Deu
bobeira, como falavam, e acabou encarcerado . Eu, o admirava, minhas amigas
todas sabiam e ele vivia se exibindo para mim. Eu tinha certeza que ele se
divertia comigo uma acadêmica de 18 anos, com cara de 16. Diante dele, com
mais de 35 anos, eu encabulava. Estava sempre atenta a sua voz, sem jamais
trocar uma palavra com ele. Mas agora ele estava ali, sabe-se lá se solto,
foragido ... ahhhh pouco importava, afinal ele estava diante de mim. O
mesmo tórax amplo, os braços bronzeados, o cabelo negro ao ponto de
brilhar, o olhar inquietante e a boca perfeita a sorrir insinuantemente
quando percebia meus mamilos enrrijecerem sob a seda da blusa e me resgatar
do topor de lembranças: - Agora que virou uma doutorazinha, não lembra dos
conhecidos ? - Claro que me lembro de você, mas se passaram cinco anos e
seu nome me fugiu à memória. - Isso é compreensível, afinal você nunca me
perguntou o nome, aliás, a estagiária tão dedicada aos outros jamais me
dedicou um "bom dia" ! - Não acredito que você está diante de mim para
cobrar uma saudação matinal exclusiva !!!! Eu passava os dedos alinhando a
blusa enquanto seu sorriso amolecia minhas pernas e seu caminhar felino
pelo escritório me deixava excitada, até que ele parou diante da minha mesa
e apoio as mãos para declarar. - Sai ontem. Sou um homem livre. - Bom,
confesso que está me deixando curiosa pois meus clientes normalmente estão
presos ou em vias de serem presos. - Eu estou aqui para cobrar uma
promessa. E contornava a mesa vindo perigosamente ao meu encontro. - Vim
cobrar todas as promessas que seus olhinhos me faziam lá na penitenciária.
Aliás vou ter que cobrar muito, pois eles estão prometendo muito neste
exato momento. Sabe que pensei em escrever para vc. Mas cartas não fazem
meu estilo. Eu sabia que poderiam passar anos e você estaria aqui fora,
pronta para mim. Valeu a pena esperar. Vc é quentinha e cheirosa - sua voz
ficava cada vez mais rouca e seu rosto cada vez mais próximo - sempre
sonhei com vc assim. Ahhhhhh ele me enlouquecia, seu perfume de quem acaba
de sair do banho me deixava tão desnorteada que nem repeli quando a mão
firme afagava meu seio. Ainda dona de algum raciocínio olhei de sosláio
para a porta aberta chamando sua atenção. Ele se incumbiu de trancar a
porta e, agil, já esta comigo em seus braços novamente. E me apertava de
encontro ao seu corpo rijo, colando sua boca na minha e me beijando de uma
forma que poderia sugar minha alma. Suas mãos passeavam pelo meu corpo e
roçavam minha pele com sofreguidão. Eu nem mais me lembrava de compostura,
só ansiava pelo toque dele, pelos lábios que descreviam a curva do meu
queixo para acomodar-se no decote da blusa. A pele bronzeada contrastava
com minha palidez e eu gemia, sem pudor algum e nem protestei quando ele
tirou minha blusa, sentou na minha cadeira e me colocou sobre seu colo com
a saia acima das pernas. - Sabe por que nunca parti para cima de você na
penitenciária ? Por que você sempre foi princesa. Te imaginava vestida de
princesa com roupas diáfanas. - Sua gargalhada inundava o ambiente -
Pensava tanto nisso que achava que já tinha enlouquecido pois nunca fui tão
brega em minhas fantasias. Mas você me deixava louco com esse jeitinho
tesudo de ser prestativa, encabulada, reservada. Que aconteceu com a
mocinha recatada doutorazinha ? - E abocanhava meus mamilos sedento,
sugando de uma forma que me eletrizava o corpo e fazia minha xaninha ficar
inundada. - Sempre me excitou sua presença - respondi rouca, meio tonta. -
Você sabe que vou te comer, né ? Só consenti com um gesto de cabeça.
Envolvi sua cabeça em meus braços e chupei sua orelha sussurrando - Eu
quero ser sua, quero demais. Sentia o volume dele sob a calça de encontro a
minha xaninha provocando sensações deliciosas. Suas mãos me livraram da
saia e eu o liberei da camisa. Era delicioso sentir seu peito nas minhas
tetinhas. Abri sua caça e libertei seu pau da sunga.....ele estava quente e
já muito duro. Sempre tive vontade de chupar meu namorado, mas ele era
muito ortodoxo em matéria de sexo, então fui escorregando entre suas pernas
e vendo ele se recostar na cadeira para me assistir...... acariciei o
pau...passei pelos meus mailos rosados e entumecidos. Eu nem me atentava
que não parava de rebolar, creio que é o instinto humano na busca do
prazer...e passava meus lábios pela extensão do pau dele, aliás um pau
lindo, de uns 20 cm, reto, a cabeça grande e bem vermelha, as veias que
saltavam....abocanhei ele todo e mesmo sem experiência acomodei ele na boca
até sentir na garganta e chupei, seguindo meus instintos...chupava e
passava a lingua.....isso me dava muito prazer e a ele também pois gemia e
grunhia palavras desconexas. Ele me segurou nos braços e me ergueu no
colo......jogou tudo da mesa no chão e me deitou sobre o tampão negro e por
instantes ficou observando meu corpo contrastando com a mesa negra. Cos as
mãos habilidosas ele afastou minhas pernas e começou a me chupar a
xaninha...os dedos afastavam os lábios e a língua me invadia inquietando
meu corpo e me provocando correntes de prazer total pelo corpo......ele se
ergueu......fitou meus olhos e deslizou os dedos levemente pelos meus
seios, descendo pelo abdômen e me puxando bruscamente de encontro a seu
corpo..... acomodou seu pau na entrada da minha xaninha e me penetrou
firme, parou para que eu me acostumasse e bolinou meus mamilos com ambas as
mãos para então estocar forte em mim dando solavancos em meu
corpo...enlacei ele com as pernas e arqueei o corpo até as costas sentirem
a mesa fria.....hannnnn como era delicioso sentí-lo assim, dentro de
mim...... Sem ao menso me dar conta eu falava coisas que não sabia estarem
guardadas dentro de mim. - Me come.....quero ser toda sua, mais forte.....
faz mais forte. - e gemia descompassada. Ele percebeu que eu gozei mas
continuava a me tomar com uma fome avassaladora. Então me pegou no colo e
me pôs ajoelhada sobre a cadeira e enlaçando minha cintura fez eu erguer a
bundinha ficando arrebitada e lá estava seu pau me fodendo a xaninha
novamente..... - Ah minha gata putinha. Sabia pelos seus olhos que você era
quente. Sabia que você era minha. - E me fodia alucinado. Ele tirou o pau
de mim e caminhou para o centro da sala e se deitou sobre o tapete. - Vem
gata ! Eu nada esperei e me sentei naquela lança sedenta e rebolei, pulei,
cavalguei incansável, gozando várias vezes até que o corpo dele estremeceu
e ele agitou-se a me foder dando jatos generosos de porra dentro de
mim..... Meu corpo caiu sobre o dele mas mantive seu pau dentro de mim.
Sentia seu peito arfando sob meu rosto e suas mãos acariciando minhas
costas. Colei os lábios sobre seu peito e me dediquei a chupar seus
mamilos, mordiscando, sugando, lambendo enquando minha xana fazia
contrações musculares massageando seu pau. - Maluca, você sabe o que está
fazen .... não o deixe completar a frase e colei minha boca na dele
beijando-o com dedicação chupando sua lingua enquanto rebolava com seu pau
dentro de mim..... - Hammm valeu muito sonhar com você gatinha. Me apoiei
sobre seu peito e sugeri: - Olha só ... Seu olhar dirigiu-se para minha
xaninha que fui erguendo e revelando seu pau rijo como pedra e quando só
faltava sair a cabecinha eu parei e endireitei o corpo e então ergui um
pouquinho mais de forma a cabecinha ficar bem na entradinha da minha xana e
então uma enxurrada de porra e gozo descerem melando seu pau todo...... -
Você é muito cadelinha, sua safada e rolou por sobre meu corpo me deixando
agora deitada no chão enquanto ele fazia o papai-mamãe mais inesquecível da
minha vida...com seu corpo se projetando todo dentro de mim por meu do seu
pau. Eu gritava sem me conter, gemia a pedia mais, sempre mais. Sem que ele
me decepcionasse e metia feito um puro sangue me proporcionando muitos
outros orgasmos frenéticos, até que me colocou sobre o sofá e se dedicou a
me lamber ainda mais. Seu dedo me penetrava a xana e depois o cuzinho. Eu
já sabia o que ele pretendia e me acomodei faznedo mensão de me virar de
costas quando ele me impediu. - Não gatinha safada, eu curto assim para ver
meu pau enrabando e a xaninha aberta para mim, transbordando de gozo. E
assim foi, no início com muito trabalho pois era um cuzinho virgem, mas
depois ele me deu a devorada mais alucinante que eu podia imaginar pois
metia forte, num vai e vem incessante enquanto seus dedos tateavam e me
mastubavam cadencialmente. Pensei que fosse desmair de tanto tesão quando o
orgasmo veio e nos envolveu de forma alucinante fazendo ambos gritarem e
ele cair por sobre meu corpo me agarrando sofregamente. - Você é minha gata
selvagem. Sabe disso ? - O que significa ser "sua" ? - Significa que mato
quem olhar para você ! - Ele sentiu que me retesei e complementou - Não é o
que você está maquinando nessa cabeça safada. Matar não é minha área, eu
curto muito dinheiro. Assim ficamos nus agarrados um ao outro conversando
coisas que haviam esperado anos. Eu sabia que ele voltaria para o crime,
afinal, todos voltam e se não voltasse acabaria morto, muito homem sabiam
de sua capacidade para planos fenomenais e se eu não bancasse as quadrilhas
acabariam com ele. Mas naquele momento, nua nos braços dele, isso pouco
importava. Ele era minha fanatsia sexual que se tornava realidade. Naquele
mesmo dia ele me seqüestrou em seu Audi e me confinou em uma suite de um
hotel muito badalado para uma noite inteira de sexo. Nas mãos dele eu não
sentia vergonha ou pudores, só deseja me descobrir mulher. E ele, saciava
em mim sua tara, depois de passar anos fodendo putas em encontros íntimos.
Eu sabia que iniciava uma trilha perigosa, sem ilusões de que ele se
tornaria um cidadão modelo, mas isso não me importava pois tinha um amante
modelo que me desejava.

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