conto " tesao pela titia"

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conto " tesao pela titia"

Mensagem  Admin em Dom Set 23, 2012 4:49 pm


Quando eu tinha 22 anos namorei minha prima, e fazia-nos a mesma faculdade.
Estudavamos pela manha e eu sempre ia almoçar em sua casa. Minha tia,
esposa do irmão de meu pai, era uma uma mulher de 48 anos, ela era um
mulherão, linda e muito gostosa, e o que mais atraia, muito fogosa. Meu tio
vivia no interior, pois era vereador. Minha prima/namorada começou um
estágio à tarde, então, depois da faculdade ela ia trabalhar, e eu ficava
em sua casa, só eu minha tia e a empregada. Minha tia sempre usava saia até
o joelho, mas bem justa. E eu não conseguia tirar o olho de seu belo
trazeiro, ela sabia disso.
Como o carro ficava sempre na garagem, ela me pedia para leva-la para todo
lugar, mas o que eu mais adorava era leva-la à costureira, pois foi lá que
eu acabei por ve-la só de calcinha, pela fresta da porta do quarto, onde
ela provava as roupas. Confesso que nesse dia meu pau ficou duro e nunca
mais baixou por ela.
Como ficavamos sempre a sós, ela passou a me pedir algumas coisas, tipo:
- ela entrava na despensa e me chamava para pegar uma panela que ficava na
prateleira mais alta e bem no fundo da despensa, e eu ia, mas ela não saia
e eu acabava emprensando ela, que ficava de costas para mim, encoxava
mesmo. Com o tempo passei a ficar com o cassete duro, e quando ela me
chamava para pegar algo na despensa, eu pegava bem devagar e ao mesmo tempo
ficava encostando o pau duro em sua bunda, e fingia dificuldade só para
ficar colado no rabo dela. Sei que ela adorava.
Teve uma vez que saí para leva-la em uma loja no centro da cidade e no
retorno o carro deu prego e chamei o mecânico, que rebocou o carro para a
oficina. Então sugeri que fossemos de taxi para casa, mas ela disse que
queria ir de ônibus, como era no final da tarde, todos os ônibus estavam
lotados, e nos estavamos muito longe de casa, enfim pegamos um ônibus, após
a roleta ficamos em pé, pois estava lotado, ela se posicionou na minha
frente e me pediu para que eu ficasse bem perto dela pois sempre existia os
tarados, então acabei colando na bunda dela, e como o ônibus balançava
muito acabei por segura-la pela cintura com uma das mãos, e ficamos bem
encaixados, como o ônibus balançava muito e estava lotado, não pude evitar,
e fiquei de pau duro, que no momento estava bem no meio da bunda ela,
estava tão duro que não tinha como ela não perceber, quando o ônibus
balançava muito eu puxava ela contra meu corpo e espremia meu pau em sua
bunda, ficamos assim até chegar em nossa parada. Desde esse dia ela passou
a fazer salgadinhos numa mesa da cozinha bem proximo da porta, e não tinha
como eu entrar sem rossar em seu rabo, e eu aproveitava e passava bem
devagar, e aproveitava e lhe beijava a nuca, e ela as vezes dizia: que
beijo gostoso!
Até numa noite, faltou luz, e cruzei com ela no corredor, ela passava de
costas para mim e nos rossamos, eu não aguentei e lhe abraçei, encaixei o
pau já duro em sua bunda e lhe beijei a nuca, ela virou a cabeça e falou
bem baixinho em meu ouvido: beijo gostoso. Eu não resisti e lhe abracei e
foi levantando sua saia até a cintura e meti minha mão em sua calcinha e
fiquei alizando sua buceta, ela me chamou de maluco, mas não se mexeu nada.
Eu murmurei em seu ouvido que estava louco para come-la, chupa-la, e mais o
que quizesse.
Trepamos a primeira vez no sofá numa tarde chuvosa, e trepamos em todo
lugar, no carro no meio do mato, na cozinha, na escada do predio, e em
muitos lugares.
Hoje tenho 43 anos e ela tem 69 anos e continuamos fudendo

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